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Mostrando postagens de novembro, 2014

Psicanálise é a ciência da Libertação Humana

“A psicanálise é, para mim, a ciência da libertação humana.  Quem fala em liberdade humana fala sempre em comunicação e encontro.   A psicanálise é,  portanto, a ciência da comunicação e do encontro.  O trabalho psicanalítico visa a construção de um encontro entre duas liberdades. Isto significa que a psicanálise visa o encontro entre duas pessoas, já que o centro da pessoa é a liberdade.  Não há liberdade sem abertura ao Outro, sem consentimento na existência do Outro como tal e enquanto tal.   Os distúrbios emocionais podem ser conceituados como limitações estruturais dessa abertura, implicando uma perda em disponibilidade com respeito ao Outro.   Se minhas ansiedades básicas exigem de mim que faça do Outro um instrumento do meu esquema de segurança,  já não posso aceitar o Outro em sua essência de ser-outro.   Vou inventá-lo à imagem e semelhança de meus temores, torno-me o eixo da referência ao qual o Outro deve referir-se e submeter-se. A psicanálise,
Gostar de Sofrer. O psicanalista declara: -“O sujeito goza em seu sofrimento”. O povo traduz: - “As pessoas gostam de sofrer”.  Todo mundo sabe disso, usa a expressão com frequência, mas acha que é brincadeira por não ser possível, em sã consciência, alguém gostar de sofrer. E, no entanto, isso é muito comum. Como ninguém quer dar recibo, nem para si mesmo, do seu gosto do sofrimento, acaba incorrendo em uma prática dolorosa. Não querendo ser descoberta, a pessoa intensifica suas queixas e dores para melhor justificar seu momento sofredor. Assim, aquela que sofre pela velhice de um parente próximo, ou de uma doença grave, ou de uma perda importante, a cada dia, se surpreende com esse fato, como se fosse algo novo. É um modelo geral que se aplica às mais diversas situações da vida. Isso explica

Ao encontro do Verdadeiro Amor

“A instância do amor romântico na psicanálise só serve para se devolve-lo a sua origem o Édipo. Esse amor romântico se devolvido ao Édipo poderá resolver-se, solucionar-se lá no insabido. E é isso  é que vai permitir o sujeito em “análise”  se liberte de amores adoecidos e patológicos, livrar-se do seu romantismo imaginário,  narcísico em sofrimento edipiano. Assim após e nesse seu assujeitamento corajoso em sua análise; O amor romântico é  devolvido e tratado, se cura no Édipo. Diríamos que daí para frente o sujeito estaria apto, pronto, forte e independente para construir um ou mais amores no real do seu desejo e não no desejo do “outro”.. Prof. Dr. Luiz Mariano www.drluiz.com