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Mostrando postagens de novembro, 2013

A Psicanálise Liberta as Crianças Daquilo que Elas Ouvem de Pais e Educadores

A Psicanálise liberta as crianças daquilo que elas ouvem Quando atendemos crianças em psicanálise podemos libertá-las através das palavras daquilo que elas ouviram e ouvem dos seus pais e familiares, como bem nos lembrou, Françoise Dolto, psicanalista francesa. Palavras que podem ter sido enunciadas em momentos de raiva, sofrimento ou quando suas mães não “sabiam” que aquilo que elas diziam, afetariam negativamente seus filhos. Pois á maioria das vezes as pessoas dizem   brincando   algo que faz muito mal. Lembro-me de uma mãe que chamava seu filho de “porcaria” e acreditava que era algo carinhoso, uma outra quando queria fazer um carinho no filho dava  “palmadinhas” nele, “de forma leve para não doer”, ela dizia. Na verdade tanto em um exemplo quanto no outro, os filhos foram marcados em seu corpo por esses atos e os repetiam na vida adulta, e isso os atrapalhavam. Pois acreditar que se é uma porcaria ou que palmadas são carinhos, não pode trazer nenhum benef

Os Efeitos Colaterais se a Infância do Adulto Morrer....

Quero Meu Balão Mágico de Volta Não deixe sua Infância Morrer. Tenho observado o quanto mudou a infância nos últimos tempos e na data comemorativa que foi o dia das crianças. Isso me levou a essa breve reflexão pela simples escuta e olhar psicanalítico.   Passando por algumas lojas vi “pais”, tias e avós a se balançar como se a dançar-se “disfarçadamente dentro das lojas com musiquinhas “infantis” e ao mesmo tempo vi algumas crianças apáticas que nem tinham noção de que a música era aquela que tocava e a remetia a lugar nenhum”.   Inclusive o interessante é que vi algumas “crianças” olharem para seus pais, tios ou avós com um olhar de reprovação ou indiferença na dancinha sutil daquelas músicas infantis. Mas quando as músicas mais antigas e infantis paravam, e ouvia-se uma espécie de batida funk com letras “mais” agressivas e de revolta, aí nisso vi algumas crianças se sintonizarem ao ritmo dessas músicas e se voltarem com um olhar meio que “perverso” para seus pais e cui