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Mostrando postagens de fevereiro, 2011

O Sujeito do bem estar do "Outro"

Durante muito tempo vivemos como verdadeiros "sujeito" mas que dependemos de tempos em tempos de se "punir" , "Sofrer" ou mesmo "sentir muita Culpa" assim vamos recalcando nossa o contrariedade; E tudo isso quase sempre para o bem "estar" ou até mesmo literalmente para o "Bem viver" ou "Bem prazer" do outro. Neste contexto podem estar inseridos as vezes, Criação de filhos, esposa, marido, namorado, amante, profissão ou carreira ou mesmo em algumas relações que mantemos de vínculos sociais e culturais. Na travessia continuada e persistente durante a análise; Esse viver para o outro, passa a ter uma reedição e re/significação onde o sujeito para o outro deixa aos poucos de existir ou num processo descontinuado o existir para o "outro" deixa de ser uma prioridade da nossa vida. É Isso que durante a sua travessia na psicanálise que vai se verbalizar-se a "si-mesmo" que ao longo do tempo muito o

Para depois dos lutos.....

    “ E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar... Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz. Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas pr o prias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo". Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma

cisne negro

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Cisne Negro, neurose e psicose   O filme de Darren Aronofsky que concorre ao Globo de Ouro e provavelmente será indicado ao Oscar, está bombando na web. Primeiro, por causa das cenas de amor lésbico entre Natalie Portman e Mila Kunis. Segundo, por ter gerado o filho de Miss Portman com o coreógrafo Benjamin Millepied, seu parceiro nas belíssimas cenas de ballet do filme. Mas se "Cisne Negro" é uma iguaria fina para os amantes da Dança, para os estudiosos da Psicanálise é um verdadeiro banquete. Nina Sayers, filha única de uma mãe que "sacrificou sua carreira de pintora" para cuidar da garota, aparentemente não conheceu o pai, que ninguém conta se morreu, fugiu ou foi apenas um espermatozóide comprado. Provavelmente, esta ausência do 3º vértice do triângulo e o fato de não ter vivenciado seu Complexo de Édipo na idade certa, tenham levado Nina a projetar a figura paterna no Diretor, a quem tenta agradar com um perfeccionismo obsessivo, ao mesmo tempo em que

Eu sem Você

Eu sem você   Exagero é próprio da paixão . A paixão é efervescente, intensa e exuberante. Na adolescência estamos muito suscetíveis a ela pelas próprias características do adolescer. Adolescência é cenário adequado para paixão, ainda que não seja exclusiva dessa fase da vida, é nela que estamos ensaiando para a chegada do primeiro amor. Quando adolescentes apaixonados, sempre imaginamos que o outro é tudo! Só quando o amor surge percebemos haver uma distinção entre esses sentimentos, amor e paixão. Vamos caminhando pela vida e encontrando paixões, amores e amores apaixonados. Com a maturidade que vamos conquistando é que podemos perceber que há uma divisão, às vezes, tênue entre a saúde e a patologia em se tratando de paixão. Numa vivência saudável deste sentimento, ela é imprescindível à vida. Precisamos estar apaixonados para seguir vivendo bem. Apaixonados por alguém, por uma ideologia, por algum projeto, pela família, pelos amigos. Apaixonados, ain