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Mostrando postagens de outubro, 2014

O Desamor do Amor

“O DESAMOR DO AMOR.” O evitar amar de novo, ou mesmo errar sempre no amor não é azar e nem é evitar envolver-se de novo para não sofrer novamente. Isso pode-ser uma defesa, preservação e resistência que ao longo do processo analítico vai se descobrindo a quanto a pessoa pode estar sendo prejudicada e afetada em sua qualidade de vida e prazer por ter essa questão não resolvida. Essa sutil defesa e preservação só serve para não tirar o  sujeito de sua imobilidade em seu narcisismo primário e ostracismo edipiano inconsciente. A psicanálise é essa ciência arte do inconsciente que cria a possibilidade de tirar-nos de nosso ostracismo de modelos de relacionamentos ruins com a descoberta da pérola interior do amor de cada um de nós. Nas neuroses há sempre uma  busca incessante e insatisfeita para o  tamponamento por figuras parentais e de vivências edipianas e  berçarias, é desse contexto que surge futuramente vários modelos de relacionamentos  na vida adulta com históri

A Psicanálise é Uma travessia libertária para Muitos Males e Aflições...para audaciosos e corajosos !

“A psicanálise é a terapêutica do inconsciente, na análise se construirá gradativamente uma ponte do diálogo com o discurso do insabido. E será nessa travessia da ponte para o real do desejo desconhecido e inconsciente onde o o mesmo pode ser ressignificado. E é isso que pode nos libertar de muitos males e aflições da vida.”  Pscn. Dr. Luiz Mariano    www.drluiz.com

O Paradoxo do Amor e a Dor das Paixões

  A história da nossa civilização humana é feita de “o amor e muitas paixões isso sempre foi um paradoxo aqui tema de nosso estudo de psicanálise. Lacan diz: O que falta ao amante é justamente o que o amado não tem. A construção dessa ponte ou desse analítico (um saber de mim, autoconhecimento de si) é o encontro, um convite para investigar os fundamentos do amor, vemos que o mesmo se apresenta, de várias formas que é quase a mesma forma artística dos poetas que já sabiam disso em suas poesias. Na psicanálise nem sempre o encontro da verdade com o saber não decifra toda a verdade, até porque nós somos seres simbólico que nos expressamos e existimos pela linguagem do insabido. .  E é nessa angústia do desejo de saber o que é o amor, que se esbarra com algo indizível. Por isso o que não pode ser dito ou escrito se converte como que numa mágica em suposto amor, ou numa maldição de uma paixão. Seria esse amor: “Um mal, que mata e não se vê”, em “um não sei quê,