“Reflexões Prática do Percurso Psicanalítico da Infância”

 

“Reflexões Prática do Percurso Psicanalítico da Infância”   

 

- Se Freud explica, Lacan implica Jung Inspira.....

- As Crianças inspiram os pais a reabitar sua Criança Interior e sugerem vá resolver algumas coisas edipica.    

- Daí muitos conflitos e dificuldades de pais & filhos ou com a criança (atual) demanda da criança da “criança” interior, recalcada dos: pais, avós, babás, educadores e representantes dessa criança.

A Psicanálise Infantil é uma travessia da desconstrução do drama de existir, depender para viver; da trama das palavras dos pais, educadores, mídias, música e cultura.

- A criança escuta o tempo todo.

- Será mesmo que a educação de “competitividade” de ter que ganhar, competir, vencer o semelhante é mesmo saudável para sanidade da criança.

- Vencer o semelhante nós tornará mais “humanos, humanizados? na vida adulta”; ou esse é apenas um discurso do estado que atende aos interesses do estado, como mecanismo de controle e manipulação, massificação do sujeito para viver e pensar nos ditames do (estado) e capital líquido e do consumo.

- Filhos e Crianças muito competitivas, pais em asilos de caridade ou asilos de luxo. Filhos e crianças humanizadas pais em casa com netos e bisnetos, dentro da sua casa para um fim digno e honrado.

- O Sujeito perde o seu primeiro abrigo e amor, ao nascer. Num mundo onde é a palavra da mãe é que mediará, implicará, faltará, sustentará e substabelecerão poderes e vínculos afetivos, a mãe desconhece o poder que representa no inconsciente dos bebês.   ( Quem sou Eu ? )  

- As “crianças e velhos” vivos e próximos representam em nossa memória, nossos “dramas e ensaios” da temporalidade da vida e seus ditames e aflições.

- Os partos humanizados na (água, piscina, banheiras) são mesmo benéficos para o inconsciente do ser humano?

- O amor do bebê dentro do útero, talvez para muitos de nós fosse o único amor verdadeiro, perfeito e nuclear de todo sujeito voluntário.

- Ao nascer o “trauma do nascimento” dessa saída do paraíso a ser perdido, entra em cena o recalque, que inclusive será a pandora da escuta das conversas e discussões dos pais, marido e mulher, familiares e todo mundo que se aproxime do berço ou aconchego do bebê.

- O bebê saiu do silencio do paraíso, e entra na trama das palavras dos pais e ambiente familiar, mesmo que o bebê não diga uma só palavra, não diga nada; ele escutará por bastante tempo o suficiente para adoecer.

- Ao reabitar terapeuticamente a sua “Criança” interior o homem aprende que “amar” é inclusive ressignificar o trauma e ressentimento do nascimento projetado para sua mãe ( ou sua representante materna ).

- Todos nós “carregamos subjetivamente” remorso por sentir “ódio, sentir ira” das aflições da nossa “mãe” no pré-natal, gestação e no momento que somos expulsos do paraíso no parto.

- Na vida adulta isso será projetado, transferido, possessão; ciúmes falta de autoestima, violência contra mulheres ou figuras femininas; perversão.

- As crianças e filhos, são representantes simbólicos dos sintomas e linguagem daquilo que se vive no ambiente familiar, escolar e da sexualidade dos pais.  

- A escola é um lugar de desfragmentação e projeção, intercâmbio de complexo de Édipo o tempo todo, é um cadinho da afetividade e vínculos vindos de casa.

- Normalmente em nossa; família; sociedade, cultura, ambiente escolar, condomínio, trabalho e lugares de convivência, as normas e regras são sempre burladas ou transgredidas porque na maioria das vezes quem às elaborou não agiu com ética ao não escutar o desejo de cada sujeito antes de impor. E ainda chamam isso de democracia.

 

Abs.

Prof. Luiz  MD . ' .

      

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