terça-feira, 2 de agosto de 2016

DECLARAÇÃO DE UMA PACIENTE....

NO DIVÃ...

UMA PACIENTE ME DISSE A SEMANA PASSADA, QUE VIR AO MEU CONSULTÓRIO, É COMO VISITAR UM PÉ DE VENENO....

COM A DIFERENÇA....

QUE ESSE VENENO NÃO MATA O NOSSO CORPO...

MAS MATA VELHOS PENSAMENTOS, VELHOS AMORES
MATA A SEDE DE MORRER...


UM VIVA PARA FREUD & LACAN....

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sábado, 9 de abril de 2016

Traição é o pior do Real se Revelando-se

Olá !

Na psicanálise em algumas situações onde se há um "espaço" a ética e o desejo nem sempre é algo tido como bom ou positivo num sentido social.

O sujeito (da análise) descobrirá o real do seu desejo um novo repensar de tudo, mas porém nem tudo são flores ou rosas; também vai descobrir que não poderá se omitir da sua responsabilidade, da sua palavra e discurso com o "outro".

Em toda relação em que for "omitida" a palavra o discurso, sempre haverá "Traição". E  essa se dará sempre na falta, no buraco edípico, não há falta para o "Traído" (a) mas para com o traidor (a).

Mas quem "traí" apenas está se expondo o pior do seu real, restos e inominável da sua mente; esclarecendo que para a psicanálise a traição não é comportamental e nem cultural mas sim uma espécie de abismo e buraco no édipo do sujeito que pode ou não tamponar isso com alguma crença, vestimenta, justificativa ou inclusive uma excelente educação e criação. 

Lacan (insinua) sublima em seus seminários que seria do ser humano se esse; (resto do real) não simbolizado viesse a tona como seria o ser humano hoje.

Uma abraço a todos; 
Traídos e traídas; 
Bem vindos a Corte terra firme dos Afetos. 

O sujeito que se assujeita ao "divã" e for (psicanalisado) com imparcialidade e de forma amoral vai lidar melhor com as perdas e traições, muitos se superam ficam ricos, obtém saúde e novos amores e sabores; sem medo de ser feliz. 

Dr. Luiz Mariano 

quinta-feira, 3 de março de 2016

PARA PENSAR

"O ÚNICO LUGAR QUE VOCÊ PODE AMAR E ODIAR SEM MORRER DE ÓDIO É DENTRO DO SEU COMPLEXO DE ÉDIPO. É NELE QUE VOCÊ "APREENDE" A AMAR MUITOS AMORES PARA TODA VIDA OU TAMBÉM SE ISOLA ESPERANDO A MORTE TE DIZER VEM AMOR....."


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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A Felicidade mora na magia das palavras do acaso...

No olhar da laicidade da psicanálise o sujeito que quiser ser sempre bom.

 Nunca será o suficiente bom para o outro na demanda do desejo e do narcismo.

E corre sério risco de ser explorado em sua pretensa pratica de bondade, dentro do seu clã familiar edípico.

Nessa situação haverá trocas e negociatas bizarras, sublimadas em qual só o neurótico se permitira e até adoecimentos em nome do "outro".

(Lacan) diz: "Felicidade não é bem que se mereça..."

Talvez porque a "Felicidade" para psicanálise não seja um "negocio" a "Felicidade" a não é a realização e a conquista material ou patrimonial dentro da sociedade ou seu clã familiar.

Felicidade é o sujeito se qualificar pela vida com o que se tem e que se pode pelo seu próprio mérito e isso é bem diferente.

Felicidade é o sujeito ser e ter uma vida qualificada e isso é bem diferente de ter qualidade de vida margeada pelo consumo.

Felicidade na psicanálise é o encontro com o "acaso", felicidade é a magia das palavras que qualifica o sujeito para a vida que ele pode;  e que ele tem com toda capacidade de ressignificação do seu pensar e da sua angustia.

A palavra é magia na psicanálise, ela ressignifica e da novos olhares, escutares e sentidos na vida., não existe nada além dessa palavra.

O imaginário só existe na expressão  da palavra, o imaginário só consome além da conta quando a palavra não se articula no pensar do sujeito "consumidor"

Essa palavra não é a "fala , blá, bla" as queixas e mentiras que se vive do dia-dia, que não movem o sujeito.

A palavra da psicanálise * (em análise) pode até  recriar um no gênesis do repensar o que se pensava que era.

A palavra na psicanálise embora vá na contramão de muitos costumes e usos, é aquela em que o sujeito pode livremente expressar o seu desejo.

A psicanálise vai sempre pela contramão do que se fala, se escreve e se diz por aí.

No percurso de psicanálise cada um ao seu tempo, e cada um poderá  ou não se permitir ao acaso, novos pensares vai descobrir que estamos numa sociedade cheia de sujeitos bons e moralizados e infelizes.

Psicanálise dá uma basta a fala sem sentido  e um blá blá que não muda nada nas relações familiares e afetivas.

A felicidade mora nas palavras do desejo inominado e esquecido

Bons  pensares  e repensares a todos

Abs.

 Dr. Luiz Mariano

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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Amar os Outros.....


“Se formos capazes de eliminar, nas profundezas do nosso inconsciente, os sentimentos de rancor em relação aos nossos pais e de perdoá-los pelas frustrações que tivemos que suportar, então seremos capazes de amar os outros no verdadeiro sentido da palavra”.
Melanie Klein 
Livro:
“Amor, culpa e reparação”
Publicado em  1937
Visite meu site: www.drluiz.com

O SINTOMA NO DIVÃ....



“O sintoma é o representante de uma verdade indizível, inominada e inaceitável. E o sujeito que se encoraja a construir seu discurso no acolhimento do divã estará se libertando e nunca mais será o mesmo ser pensante”.



Ano: 20 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Amar é um Perigo e Odiar um Desastre...

Amar é um Perigo e Odiar um Desastre...


Crônica do Repensar!

Amar é um perigo, o sujeito está sob ameaça o tempo todo  de não ser um bom amor ou suficiente amor!

O amor é um problema sério na história da humanidade, ainda é um “tabu” e pecado desqualificar sua obrigação e seu poder e sua função social, cultural e familiar.

As pessoas têm esperança em seus líderes “religiosos ou políticos” porque os amam, votam e acreditam neles simplesmente por que os “amam” na sua “falta”.  

Mesmo que esse seja um “amor de troca” e de interesses não “revelados de ambos os lados” há sempre uma “negociata” imaginária e abstrata seja qual for o líder mortal ou imortal.

Nenhum líder religioso ou político suportaria a fúria do ódio “real” dos seus seguidores; seja esse o ódio de ovelhas, ou seja, de seus eleitores e contribuintes de impostos, as leis, convenções e tabus não permitiriam isso. 

O “Real” de um “sujeito” no formato coletivo não têm suporte no modelo de sociedade pós moderna capitalista e democrática.

Torcidas de times  se enfrentam não por “ódio”, mas por amor ao seu “time” e em nome desse “Amor” acontece as mortes e atrocidades humanas, há um amor “coletivo” odioso que não completa, não sacia pela falha da paternidade na primeira infância edípica.  

Inúmeras Guerras “religiosas e sectárias” acontecem não por ódio, mas por amor de seus “seguidores e adeptos” a algum líder ou Mestre religioso de determinada religião.

Todos queremos “Amor” mas ao mesmo tempo odiamos esse “Amor” que não completa nada a plenitude do desejo desconhecido e inominado no inconsciente humano.

O ódio desde tempos de Adão e Eva; ou desde quando o homem primata sentiu e reconheceu a dor e olhou para o Céu  e xingou com muito ódio e não com amor. O ódio deveria servir para o sujeito, repensar a dor e a falta ou o que lhe falta isso nesse repensar há um vazio existencial sua dificuldade de discurso ou linguagem nomeia a “violência ou a morte como sublimação há falta” .

O ódio promove grandes guerras, mudanças e movimentações culturais, religiosas e territoriais na história da civilização desde dos tempos das caverna ou de Adão e Eva. 

Parece que existe no sujeito (sujeito) (pensante) um aparente (lobo) (a) que o tempo todo se apresenta com (fome e carente de um amor)   delatado de  humildade e fragilidade que necessita de desrespeito e violência para se auto-afirmar e existir na sua falta.

O ódio é na verdade o que testa; as relações de (amor) e nisso o “sujeito” tem a sensação de descobrir poderes (imaginários sobre o Outro) com isso desbrava-se e acaba com os ditos fortes e revela diabolicamente que muitos fracos se transformaram em líderes tão fortes e tiranos, que mesmo com sua morte não desaparecem da história mas se tornam “Totens” ou até heróis.  

O amor não correspondido ( ao desejo do outro) revela o real desejo do sujeito; revela ciumentos narcísicos e até perfis (psicopatas).

O ódio declarado é mais sincero, que um “amor” de negociata, bajulação e de interesses “mascarados” e camuflados no real inacessível.

Lacan (já dizia o problema não é o mal, mas o bem).

Acredito que o ódio nem sempre faz catexia psíquica ou somatização no corpo do sujeito; 

Já o amor ou essa busca de completude de amor e muitas (queixas proibitivas e indizíveis) pode ser transformar numa escalada de patologia incurável que se alastra no corpo todo do sujeito.

O Amor é complexo e muitas vezes uma “armadilha” para o sujeito que busca nesse “objeto de “amor” o que lhe “falta a ser” a completude, iluminação, paz, conforto onde vai tentar abrigar a sua falta do amor no amor do “outro” que já é um amor “faltante”.

Não perca a esperança e não busque ninguém tão perfeito e nem tente transformar o outro, mas a dica para as mulheres é saber sobre o édipo do seu namorado, marido ou pretendo amado.

O amor do “outro” será sempre incompleto, imperfeito e insuficiente ao “ego” porque as demandas do ID querem remeter o sujeito desejante ao nirvana nem que para isso tenha que se liquidar o “outro” no imaginário..

"Amar é um perigo e odiar é um desastre" 

Não perca a esperança e continue tentando amar e sob ameaça, ame mais a si mesmo!
Um abraço a todos!

Dr. Luiz Mariano


domingo, 30 de agosto de 2015

"MOMENTO DA PSICANÁLISE DO COTIDIANO"

OUÇA 24 HORAS / MOMENTO PSICANÁLISE DO COTIDIANO 

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A dor e a Cura da Alma...

“Numa análise as vezes a dor ou a doença pode ser o ódio mascarado de amor e está inominado, ocultado para a mãe e a cura se sintomatiza por causa do desejo oculto de incesto e interdito em nome ou na busca de um pai..edípico”


Dr. Luiz Mariano

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PSICOTERAPIAS BREVES - 2001

TRABALHO APRESENTADO EM 2001  PSICOTERAPIAS BREVES          Este trabalho terá   como objetivo mostrar a economia em se ter como práti...