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“Reflexões Prática do Percurso Psicanalítico da Infância”

  “Reflexões Prática do Percurso Psicanalítico da Infância”       - Se Freud explica, Lacan implica Jung Inspira..... - As Crianças inspiram os pais a reabitar sua Criança Interior e sugerem vá resolver algumas coisas edipica.       - Daí muitos conflitos e dificuldades de pais & filhos ou com a criança (atual) demanda da criança da “criança” interior, recalcada dos: pais, avós, babás, educadores e representantes dessa criança. A Psicanálise Infantil é uma travessia da desconstrução do drama de existir, depender para viver; da trama das palavras dos pais, educadores, mídias, música e cultura. - A criança escuta o tempo todo. - Será mesmo que a educação de “competitividade” de ter que ganhar, competir, vencer o semelhante é mesmo saudável para sanidade da criança. - Vencer o semelhante nós tornará mais “humanos, humanizados? na vida adulta”; ou esse é apenas um discurso do estado que atende aos interesses do estado, como mecanismo de controle e manipulação, massifi

"SOBRE O AMOR"

  “Sobre o amor, o desejo e os parceiros” About love, desire and partners   Não há relação sexual: eis o impossível que não cessa de não se escrever.   Porém, há "uma relação de amor possível que, desta vez, reconhece o outro " (SOLER, 2012, p. 183). O trecho citado, recortado de Lacan, o inconsciente reinventado , foi o elemento provocador, instigando esta elaboração. O capítulo “ O amor e o Rea”l nos faz pensar sobre os efeitos da análise diante da questão amorosa. Sendo o amor uma paixão amiga da ignorância, que não quer saber nada disso, aposta-se na mudança, considerando-se que a experiência analítica desvela o real irredutível da castração. O gozo não é ligante por si só. No nível do gozo não há par. Impossível escrever o dois do sexo. Mas há o par da fantasia, esteio do desejo. Ressalto, no entanto, que o desejo não comporta uma relação subjetiva simples com o objeto, tal como representado pelo losango no matema da fantasia. No seminário A

"DA BÍBLIA A PSICANÁLISE"

  “Da Bíblia à Psicanálise” Saúde, doença e medicina na cultura judaica   Na minha turma médica, cerca de dez por cento dos doutores eram judeus. Na turma do ano anterior e na turma do ano que se seguiu, a porcentagem era mais ou menos a mesma. No entanto, a proporção de judeus na população do Rio Grande do Sul é de zero-vírgula-zero qualquer coisa. Havia uma clara opção, dentro da comunidade, pela medicina. Opção esta que não é nova. Ao longo do tempo, judaísmo e medicina sempre estiveram associados. Sobre esta associação pretendemos falar no presente artigo. Que será, necessariamente, uma síntese, e muito sintética, de um assunto vasto o suficiente para encher bibliotecas. De maneira geral, a evolução da medicina passa por três períodos: mágico-religioso, no qual o cuidado dos pacientes está a cargo do sacerdote, do feiticeiro, do xamã; o período empírico, cuja figura maior foi Hipócrates e que se caracteriza pela concepção da doença como um fenômeno natural, ma