quarta-feira, 13 de agosto de 2014

“Ebola- Pânico e Histeria”

“Ebola- Pânico e Histeria”

Artigo de Médico – Membro da ABMP-DF


 Sei que provocarei discordâncias e polêmicas a respeito deste tema porem não posso deixar de opinar desta forma. 
Enquanto o ramo da Ciência que trata de doenças infecciosas permanece na busca incessante de uma vacina para tratamento ou cura desta virose maldita, as pessoas que contraem o Ebola continuam, na sua maioria, morrendo aos poucos e deixando em pânico o resto do mundo que imagina poder também vir a ser vítima dessa doença.
Certamente o achado de uma vacina não é a resposta mais efetiva contra a virose.
Mesmo que a vacina possa ser encontrada e introduzida no corpo para prevenir a doença, ela servirá em nada para o paciente que se encontrar severamente doente e com enorme quantidade de vírus no seu interior.
Também não ajudará aqueles que superarem a doença e se mantiverem debilitados em função das seqüelas adquiridas.
Existe sempre uma postura catastrofista frente à iminência de epidemias e parece até que existe a intenção de colocar a população em pânico e histericamente preocupada com a situação que se apresenta, muitas das vezes, como inevitável. Isso ocorreu há alguns anos com a perspectiva avassaladora da gripe suína que nunca ocupou lugar nas verdadeiras epidemias.
Soou um alarme falso em todo o mundo e as pessoas passaram a temer a desgraça. É claro que Ebola é uma virose assustadora e catastrófica porem a intensidade dos avisos alarmantes está chegando a uma proporção preocupante. A população mundial está chegando à beira de um “ataque de nervos” . 
Quando uma campanha de vacinação, seja de qual virose for, é lançada, os governos se preocupam em imunizar as pessoas porque sabem bem que a maioria da população é portadora de vários tipos de deficiência imunológica.
Caso a imunidade fosse bem aprumada, muitas doenças infecciosas nem mesmo existiriam porque os organismos seriam perfeitamente capazes de colocar os “exércitos celulares de defesa” para combatê-las.
Qualquer epidemia tem início em segmentos de populações que são imunodeficientes e, pasmem, nenhum vírus é imune a tratamentos com altas doses de VITAMINA C.
Esta vitamina, no campo das células, ativa uma reação biológica chamada “reação de Fenton”.
De forma resumida, esta reação se propaga para o interior dos microorganismos e promove a formação de um radical chamado “hidroxila” que tem o mais poderoso efeito oxidativo conhecido, levando à morte dos vírus.
Alem disso, esta vitamina também estimula a produção de outras células biológicas de defesa, (Vitamina C)  levando o corpo à vitória na batalha contra os vírus agressores. Lògicamente, esse tipo de tratamento não oferece resultados nos indivíduos portadores da doença em estado avançado em que vários órgãos internos já foram atacados e lesados. Serve, sim, para o tratamento da doença em estado inicial, antes que seqüelas possam ser estabelecidas.
Entretanto, os esforços maiores se dão no sentido de se conseguir a vacina.
É claro que isto tem importância capital na prevenção da epidemia porem o que fazer efetivamente para aqueles que já são infectados e devem lutar para que a morte não seja a vitoriosa?
Ebola é uma doença que se propaga principalmente entre populações mais pobres e com deficiência nutricional evidente. Com certeza, uma exposição a grande quantidade desse vírus pode trazer conseqüências devastadoras mesmo em pessoas bem nutridas porem não é o mais comum de se ver.
Ademais, verificou-se que muitos profissionais da área de saúde que convivem com pacientes vítimas do Ebola, são imunes à doença.
Isto corrobora a afirmação que frisa a boa nutrição e conseqüente boa condição de imunidade para evitar que a doença possa invadir seus organismos ou, pelo menos, que se manifeste de forma bem mais branda e não consiga evoluir para seqüelas e morte.

Para concluir, se as autoridades e a mídia querem induzir o pânico e a histeria, não se preocupe.
Você tem as armas necessárias para se colocar sob boas condições clínicas para não vir a ser uma vítima dessa doença. Mesmo que as medidas de prevenção se mostrar pouco eficientes, a cura poderá ser atingida mediante a aplicação de altas doses de vitamina C, o que serve também para qualquer outro tipo de virose que venha a atacar o organismo. O fato relevante é que as autoridades mais ortodoxas no campo da Ciência relutam imensamente na admissão dessa verdade.
Agosto de 2.014
Dr. Sérgio Vaisman

É médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se Medicina Preventiva. É professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Bio-molecular, autor de várias publicações científicas, palestrante em cursos, congressos, simpósios, empresas e escolas, além de membro de várias associações científicas nacionais e internacionais. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália. Comentarista e consultor de saúde em vários veículos de comunicação. Autor do livro MULHERES E SEUS HORMÔNIOS - Uma Forma de Retardar o Envelhecimento.


Membro Efetivo de Honra da ABMP-DF